Anish kapoor, artista plástico indiano - britânico, acaba de montar uma obra monumental no vão do Grand Palais, em Paris.quinta-feira, junho 30, 2011
ANISH KAPOOR - LEVIATÃ
Anish kapoor, artista plástico indiano - britânico, acaba de montar uma obra monumental no vão do Grand Palais, em Paris.quinta-feira, junho 23, 2011
PSICANÁLISE E FUTEBOL
terça-feira, junho 21, 2011
MEIA NOITE EM PARIS - O FILME DE WOOD ALLEN
sábado, junho 18, 2011
AS TRILHAS DE AMOR E GUERRA DE RIOBALDO TATARANA

Comprei hoje esse livro ilustrado da obra de Guimarães Rosa - Grande Sertão: Veredas - As trilhas de amor e guerra de Riobaldo Tatarana (seleção de textos e levantamento fotográfico de Marcelo de Almeida Toledo).
segunda-feira, junho 13, 2011
FERNANDO PESSOA

Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — 30 de Novembro de 1935) - um dos maiores poetas da língua portuguesa, quizá de todas as línguas.
Cresci lendo seus poemas e muitos deles são responsáveis por momentos bonitos que vivi.
Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo? (FP)
Publico aqui alguns dos que gosto muito.
Boa viagem!
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Para ser grande (Ricardo Reis)
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Poema em linha reta (Álvaro de Campos)
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza
O Tejo (Alberto Caieiro)
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
domingo, junho 12, 2011
domingo, maio 29, 2011
PSICANÁLISE: AS LETRAS E AS MOLAS DO AMOR

- do velho amor ao novo amor;
- do significante ligado ao signo ao significante suportado pelas letras.
Não se trata de publicar aqui a aula inteira, mas sim, pinçar alguns conceitos importantes:
1) O SIGNO
O signo se diferencia do significante.
Exemplo clássico: Não há fumaça sem fogo.
Lacan: A fumaça bem pode ser também o signo do fumante.
Não há fumaça senão como signo do fumante.
O signo como efeito do funcionamento do significante.
2) A ESCRITA
Lacan partiu da afirmação: “O que se escreve é a letra, e a letra não se fabricou sempre da mesma maneira.” (p.64)
Ele pressupõe um conhecimento a respeito da história da escrita cuja extensão cubra desde sua invenção até seu uso atual pela matemática.
“Desde que a linguagem existe houve muita mutação da escrita”. (p.63)
3) A MIRAGEM DO UM
“Nós dois somos um só. É daí que parte a idéia do amor” (p.64) – Lacan diz que é uma forma grosseira de dar significado à relação sexual.
As pessoas querem se amar na identidade, na transformação de dois em um - a miragem do um.
É como se canta o amor nas canções: só vou se você for; não dá mais para separar as nossas vidas ... e por aí vai.
É o velho amor!
4) DA PRIMEIRA PARA A SEGUNDA CLÍNICA
Primeira clínica – O inconsciente estruturado como uma linguagem. A clínica do significante, da interpretação.
Amor - era justificado, em nome de.
Segunda clínica – O parlêtre. A clínica do gozo, da letra. O discurso analítico como novo laço social.
Amor - sem justificativa, direto, sem intermediários e sem limites.
Uma nova ética: conseqüência e responsabilidade.
5) O UM DA PSICANÁLISE
O Um da psicanálise não é o Um do padrão, do comum a todos, do congraçamento; o Um da psicanálise é o que sempre escapa à apreensão. É o Um da singularidade forçando a invenção e a criatividade. (JF: Seminário Um novo amor – 8/5/2002)
Para Lacan, o desejo do analista é o de obter a diferença absoluta, a singularidade. (Sem 11, p. 260).
6) A FUNÇÃO DA PRESSA E O TWITTER
Twitter - concisão dos 140 toques. Isso nos obriga a entender melhor o que realmente queremos dizer. Uma sessão de psicanálise lacaniana pode ser muito curta, porque se entende que não se chega necessariamente a maiores verdades falando por mais tempo.
(JF – entrevista para OESP, 23/5/2011)
7) O NOVO AMOR
É o amor que não tem intermediação. É o amor do encontro, é o amor da surpresa, do inusitado – sem lugar. É um amor incômodo. Não é o amor do pouso, é o amor da plataforma, que te acorda em vez de fazer dormir. É o amor que te irrita, por que não dizê-lo? É o amor que faz com que você encontre uma solução, uma expressão para ele. (JF - Programa Saia Justa/GNT - "O que é o amor?" - 31/10/2007)
Lacan evidenciou, para o nosso tempo, a possibilidade de um novo laço social que não se dá “em nome do Pai” – uma mudança radical no modo como uma pessoa ama. (JF: Seminário “Um novo amor” – aula de 3/4/2002).
8) VELHO AMOR X NOVO AMOR
É sempre recíproco - Não tem reciprocidade, mas sim, cumplicidade
Faz signo, relacionando-se com a identificação - Relaciona-se com a diferença
Tem a ver com o signo - Tem a ver com a letra
Demanda sempre mais amor, é narcísico - Dá aquilo que não tem
É intermediado - É direto, não mediado
Relaciona-se com a dimensão fálica - Relaciona-se com o gozo do Outro sexo, o gozo feminino.
Homens e mulheres têm formas de satisfação muito diferentes. Mas, o amor é sempre inadequado e bagunceiro.
sexta-feira, maio 20, 2011
MULHERES INSATISFEITAS E ALGUNS HOMENS
As mulheres são basicamente insatisfeitas, o que equivale a dizer que são basicamente desejantes. Pessoas satisfeitas não desejam, por que o fariam? A insatisfação feminina pode ser doença ou provocação?domingo, maio 15, 2011
O DIVÃ ALÉM DA PORTA

domingo, maio 08, 2011
STACEY KENT NA SALA SÃO PAULO

4. If I Were A Bell
5. I Got Lost In His Arms
6. What Are You Doing The Rest Of Your Life ?
7. Cockeyed Optimist
8. My Heart Belongs To Daddy
9. The Surrey With The Fringe On Top
10. Outra Vez
11. Jardin D'hiver
12. Something Happens To Me
13. Stardust
sábado, maio 07, 2011
MÔNICA SALMASO - ALMA LÍRICA
terça-feira, maio 03, 2011
TERESA CRISTINA CANTA ROBERTO CARLOS
Nesse filme do site globo.com, na última parte, Teresa dá uma entrevista falando do show com Os Outros e canta trechos de músicas do show. Curta comigo!
sexta-feira, abril 29, 2011
O CASAMENTO REAL BRITÂNICO - KATE & WILLIAM
quarta-feira, abril 27, 2011
domingo, abril 24, 2011
TERESA CRISTINA EM SP NA SEMANA SANTA
quinta-feira, abril 21, 2011
terça-feira, abril 19, 2011
ROBERTO CARLOS - 70 ANOS
Hoje eu ouço as canções que você fez pra mim ....Meu programa de domingo era viajar para Sorocaba e assistir a Jovem Guarda na televisão pois em Itapetininga não havia conexão com a TV Record onde era transmitido seu programa. Eu viajava cantando suas músicas dentro do ônibus que meu pai dirigia - na linha Itapetininga-Sorocaba - na ida e na volta. Quanta emoção!
Minha querida Teresa Cristina, com o grupo Os Outros, farão um tributo ao rei no Teatro Rival - na Cinelãndia, Rio de Janeiro - no sábado 30 de abril às 23:30h. Eu já comprei meu ingresso!
domingo, abril 17, 2011
LETÍCIA COMEMORA SEU ANIVERSÁRIO






Os amigos, primos, tios e avó vieram abraçar e comemorar o aniversário de Letícia - numa escapada de Milão a São Paulo.Mamãe caprichou no nhoque - o melhor do mundo - afirma letícia, mesmo quando está nos melhores restaurantes da Itália.
Foi uma semana de alegria e comemorações.
Agora, depois de sua volta a Milão, é só saudades!!!!
sexta-feira, abril 08, 2011
UM PROJETO DE PAULO MENDES DA ROCHA





